Lideranças, precisam-se!

2017-09-01

Autor: Luís Nascimento Lopes (Docente, Vice-Presidente da FENEI/SINDEP, Consultor da Presidência da ABEST para as Ciências das Relações do Trabaho em Portugal, Consultor Nacional e Internacional nas áreas da SST)

Os líderes são arquitectos sociais  (Bennis, Warren (1976) “Why Leaders Can´t Lead”, Amacom)

Todos nós conhecemos (e subscrevemos) o postulado da inexistência (por agora, esperamos) de uma cultura de prevenção enraizada nas nossas mentes desde a mais tenra idade, em casa e nos bancos da escola, que nos motive e conduza a comportamentos preventivos e à fuga a situações de risco desnecessárias.

Mas tal constatação, mais que uma simples descrição da realidade, é frequentemente utilizada como argumento, ou mesmo como alibi, uma variante do “fado nacional”, para a manutenção do status quo, que todos condenam e que a todos aparentemente repugna, mas que poucos investem seriamente em alterar.

Essa é a justificação para que a esmagadora maioria dos portugueses e das portuguesas cheguem ao mundo do trabalho totalmente desprovidos de mentalidade preventiva.

Daí que ouçamos, com elevada frequência, a queixa de empregadores e até de alguns responsáveis institucionais, de que os trabalhadores são inconscientes, e que se recusam a cumprir as mais elementares regras de segurança, sendo os acidentes de trabalho e as doenças profissionais o corolário lógico dessa “obstinação”.

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